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terça-feira, 6 de abril de 2010

PNUD amplia centros de reciclagem no país

O setor de projetos do Protocolo de Montreal, impulsionado pelo PNUD, vai instalar no Brasil mais 114 unidades de reciclagem de gases prejudiciais à camada de ozônio, ou com potencial de aquecimento global, em empresas que fabricam geladeiras e equipamentos de ar condicionado que utilizam gases nocivos como o CFC e o HCFC em seu funcionamento.
O assessor técnico do Protocolo de Montreal no PNUD, Anderson Moreira do Vale Alves, explica que as unidades de reciclagem são centros de regeneração que recebem os gases contaminados e os tratam para que eles possam voltar ao mercado. Elas são capazes de reciclar o CFC-12 (nocivo à camada de ozônio e usado em refrigeradores domésticos e comerciais de pequeno porte), e os gases estufa HCFC-22 (usado em aparelhos de ar condicionado) e HFC-134a (usado em refrigeradores domésticos).
“Esse equipamento permite a filtragem do fluído, separando o material nocivo e purificando o gás, que volta a ser limpo. Isso possibilita seu uso com segurança e o mesmo desempenho. Os gases reciclados continuam com potencial de destruição do ozônio ou de aquecimento global, mas terão um círculo de vida maior em uma estratégia de contenção, para evitar que os gases sejam liberados na atmosfera”, explica Alves.
O foco dos centros de regeneração de gases são os equipamentos de refrigeração mais antigos, que contém CFC. Mas Alves explica que, mesmo os mais modernos, contêm gases nocivos ao meio ambiente, como o estufa HCFC. Por isso, as unidades foram pensadas para ter uma vida útil de 40 anos, e reciclam outros gases além do CFC.
“Todos os gases de refrigeração hoje são estufa ou agridem a camada de ozônio. Só os equipamentos com hidrocarbonetos são inofensivos, mas aparelhos assim ainda são poucos. Reciclar os gases sai mais barato que comprar um gás novo. Queremos dar viabilidade econômica ao processo de eliminação do consumo de gases nocivos”, acrescenta.
Distribuição – As 114 novas unidades de reciclagem serão distribuídas em 96 municípios de cinco estados, de acordo com o consumo de gás em cada cidade – regiões industriais, por exemplo, têm uma maior demanda por reciclagem – e a distância que possuem dos centros de regeneração já existentes.
Alves diz que um dos critérios é estar a mais de 70 quilômetros de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Fortaleza ou Joinville, cidades que já contêm os equipamentos.
Ainda de acordo com o assessor técnico, a demanda por reciclagem vem crescendo. “Antes não havia conhecimento sobre reciclagem ou a necessidade de reciclar, pois não eram conhecidos os efeitos nocivos desses gases. Mas depois que houve identificação dos danos causados ao meio ambiente e a Resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 267, de 2000, que determinou que todo gás deve ser recolhido e tratado durante a utilização, surgiu essa necessidade.”
As empresas do setor de refrigeração que se interessarem em receber e operar uma unidade de reciclagem têm até 5 de abril para manifestar interesse, enviando sua candidatura à Unidade de Projetos do Protocolo de Montreal. Todas as postulantes deverão atender aos critérios de elegibilidade estabelecidos pela Portaria nº 462 do Ministério do Meio Ambiente, de 23 de dezembro de 2009.
Alves acrescenta que os equipamentos serão direcionados por ordem de chegada, conforme as empresas forem se candidatando. Essa é a última etapa na expansão da reciclagem de gases, e não serão distribuídos novos equipamentos. No site do Protocolo de Montreal está disponível a relação completa de cidades que receberão unidades de reciclagem, a quantidade de máquinas e empresas por município e também os critérios de candidatura para as companhias.

Fonte: Bruna Buzzo/ PrimaPagina/PNUD



1,5 bilhão de sacolas plástica a menos no meio ambiente no Brasil neste ano, diz Minc

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc em evento na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro para distribuição de materiais de divulgação da campanha nacional “Saco é um Saco” que visa diminuir o uso de sacolas plásticas em supermercados estimou que devido a campanha de incentivo ao uso de sacolas ecológicas – reutilizáveis – a redução de seu consumo no ano de 2010 pode chegar a 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas.
Aos poucos o Brasil vem aumentando ações e incentivos para a redução de consumo das sacolas plásticas que são descartadas gerando inúmeros problemas ao meio ambiente. No ano passado, conseguimos reduzir 600 milhões de sacos plásticos, que seriam lançados no meio ambiente.
O uso abusivo das sacolinhas plásticas, que acabam indo para no lixo, ajudando a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Além de fazer parte da cadeia alimentar de animais, ocasionando em inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.
A luta contra as sacolas plásticas vem tomando força ano a ano graças ao engajamento das grandes redes de supermercados, e da população na conscientização boa a boca. A rede de supermercados Walmart há cerca de 1 ano incentiva o uso das sacolas retornáveis em crédito aos seus clientes, ou seja, quando o cliente deixa de utilizar as sacolas plásticas, fornece desconto no valor final das compras. De acordo com o diretor de Relações Institucionais do Walmart, Carlos Ely, a empresa já concedeu mais de R$ 460 mil em descontos aos clientes que aderiram a idéia do consumo consciente.
Ações como estas mostram que é possível chegarmos a redução na geração de lixo, mas vale ressaltar, que para termos resultados cada vez mais positivos, cabe a população, governo e empresas entrarem num consenso, e caso não haja colaboração as sociedade e empresas, cabe ao governo impor regras e condições para o consumo consciente. Pois é possível, haver crescimento econômico havendo respeito aos recursos naturais e ao meio ambiente.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Setor químico defende o uso das sacolas plásticas, já o governo e supermercados desestimulam o uso

Demorou, mas as grandes redes de supermercados estão tendo atitudes decisivas no uso das sacolas plásticas no Brasil.
A rede de supermercados Walmart lançou nesta sexta-feira (12) um programa de caixas preferenciais e descontos simbólicos ao consumidor que utilize sacolas retornáveis. Para cada sacola plástica que o cliente deixar de usar ou cinco itens adquiridos (quantidade média de produtos embalados em uma sacola, segundo estudo do Instituto Akatu), será dado R$ 0,03 de desconto (valor este que corresponde ao custo unitário de cada sacola). Sendo assim, numa compra de 200 itens, o cliente ganhará R$ 1,20. O projeto é ainda piloto, tendo apenas três lojas na campanha, mas a previsão é de atingir todas as 436 unidades da rede em dois meses.
Outra empresa que aderiu a idéia do NÃO as sacolas plásticas em evento com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, nesta segunda-feira (15) foi à rede de supermercados Carrefour que prometeu oficialmente que interromperia em quatro anos o uso de sacolas plásticas.
Estas iniciativas têm gerado discussão com o setor químico, que discorda das ações. O engenheiro químico Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastvida Instituto Socioambiental dos Plásticos - entidade que representa institucionalmente o setor - afirmou que o uso das sacolas plásticas não pode ser proibido. "Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas, que são reutilizáveis e 100% recicláveis". Ele afirmou, ainda assim, ser a favor das sacolas retornáveis e das sacolas biodegradáveis, mas que a opção deve ser sempre do consumidor, até porque muitos as utilizam como saco de lixo. Além disso, defende que o produto seja utilizado de forma consciente e que sejam seguidas as normas técnicas ABNT para sacolas de qualidade, para evitar o desperdício.
Eu, como gestora ambiental e ambientalista, discordo dos argumentos levantados pelo Engenheiro Químico sobre não haver alternativas consistentes, alternativas já existem, até por que antes não haviam sacolas plásticas e a sociedade vivia sem maiores problemas. E por que não dizer nos dias de hoje, as sacolas ecológicas ou ecobags que a cada dia são mais modernas e resistentes. Afinal, ela pode ser reutilizada infinita vezes.
Outra alternativa seriam as caixas de papelão que chegam os produtos, alguns supermercados já adotam essa prática, até por que o tempo de decomposição deste material na natureza é incomparável em relação ao plástico.

Carlos Minc anunciou que desde o início da campanha Saco é um Saco, em 5 de junho de 2009, Dia Mundial do Meio Ambiente, o brasileiro deixou de utilizar de 600 milhões a 800 milhões de sacolas plásticas. O Brasil utiliza cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas tradicionais por ano, segundo estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Soluções estão aparecendo para combater o problema das sacolas plásticas no mundo, basta que cada cidadão faça a sua parte. Assim, 200 diferentes espécies marinhas, incluindo baleias, golfinho e tartarugas poderão tirar de seu cardápio as maléficas sacolas plásticas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Política de resíduos sólidos reduziu volume de lixo em aterros sanitários do Paraná

Reduzir em 30% as 20 mil toneladas de lixo geradas diariamente no Paraná tem sido a principal meta da política de resíduos sólidos implantada pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) e suas autarquias – Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Instituto Paranaense das Águas/ Suderhsa.
Por meio do Programa Desperdício Zero, todos os grandes geradores e fabricantes de resíduos (como pilhas, baterias, pneus, vidros, entre outros) foram reunidos em fóruns setoriais e passaram a discutir formas de reciclagem, reaproveitamento e recolhimento dos produtos que disponibilizam no mercado.
“Algumas iniciativas encampadas pelo Paraná para reduzir o volume de lixo destinado aos aterros sanitários, aumentando sua vida útil, são pioneiras no Brasil”, declara o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues.
O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a polemizar a discussão sobre os danos da sacola plástica e estimular o uso de sacolas retornáveis nas principais redes de supermercados. O Governo do Paraná também é o único que promove a coleta e a reciclagem do óleo de cozinha - garantindo o recolhimento de 10 mil litros de óleo mensalmente, em mais de mil pontos de recolhimento.
E como grande produtor agrícola, o Paraná trabalhou para alcançar a primeira colocação nacional, proporcionalmente, em número de embalagens de agrotóxicos recolhidas, sendo que há sete anos encontrava-se na 9ª posição. “Hoje, somos o estado pioneiro em recolhimento de embalagens de agrotóxicos, e os agricultores as entregam somente após a tríplice lavagem do produto, evitando qualquer tipo de contaminação”, explica o presidente da Suderhsa, João Samek. A Suderhsa é responsável pela campanha e também pela orientação técnica em projetos para construção de aterros sanitários, por meio da diretoria de saneamento ambiental.
Mais ações – O Programa Desperdício Zero conta hoje com mais de uma centena de instituições parceiras que constituem os Fóruns Setoriais dos fabricantes de pneus, lâmpadas, pilhas, baterias, vidro, embalagens de agrotóxicos, entre outros. Os fóruns estabelecem propostas e ações para os diferentes resíduos gerados nos municípios paranaenses. “Por meio dos fóruns colocamos frente a frente os grandes geradores e os recicladores. Ou seja, muitas vezes o que é lixo para um, pode ser resíduo para outro”, diz o secretário Rasca Rodrigues.
Uma das instituições parceiras é o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Paraná (Sindicombustíveis-PR) que, juntamente com a Sema e o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), lançou o Programa Jogue Limpo para recolhimento de embalagens de óleo lubrificante. O programa coleta mensalmente quase 11 toneladas de embalagens em mais de 156 municípios paranaenses, nas regiões Norte, Oeste e Curitiba e RMC.
A meta é abranger todo o Estado, de acordo com o presidente do Sindicombustíveis-PR, Roberto Fregonese. “Assim, no Paraná as embalagens deixarão de ser um fator de risco para o meio ambiente e passarão a ser material para confecção de diversos produtos. Com esta cadeia produtiva sustentável estamos fazendo a nossa parte”, enfatizou.
O Programa Desperdício Zero também é responsável pelo Programa ‘Recicla ação’, desenvolvido em parceria com a empresa Tetra Pak; pelo Manual da Cozinha Alternativa para o reaproveitamento de alimentos; pelo lançamento da primeira campanha de recolhimento de vidro - em parceria com a Associação Brasileira de Vidros (ABIVIDRO); e também pelo monitoramento e destinação das garrafas “long neck”.
O Programa promoveu mais de 700 oficinas, formando multiplicadores para a montagem do aquecedor solar feito de garrafas pet e caixas de leite longa vida. O aquecedor ecológico resulta em economia de energia e ainda retira resíduos do meio ambiente.
Laerty Dudas, coordenador do Programa Desperdício Zero, considera que grande parte do problema da degradação ambiental é ocasionada pelo tratamento e disposição inadequados de resíduos.
Para ele, o avanço da indústria pós-consumo pode auxiliar na resolução de alguns passivos ambientais, como as embalagens tipo longa-vida. “O que a gente tem de entender é que a indústria pós-consumo depende da indústria de vibra virgem, pois uma alimenta a outra. Agora, a pós-consumo pode ajudar a resolver alguns passivos ambientais, como as embalagens de longa-vida, que estão entre os piores resíduos não reciclados”, avaliou o coordenador.
Ao todo, mais de 200 mil pessoas já foram capacitadas pelo programa Desperdício Zero para atuarem como agentes multiplicadores no processo de implantação da coleta seletiva municipal. O programa produziu diferentes publicações direcionadas aos municípios e empresas – entre elas a ‘Versão Verde’, material de 532 páginas, contendo informações sobre os diferentes tipos de resíduos, riscos à saúde, forma de coleta, processo e produtos resultantes da reciclagem.
Outra importante ação da Secretaria do Meio Ambiente é das oficinas de reciclagem de banners, transformados em bolsas e outros acessórios. A Secretaria recebe doações e oferece as oficinas nos municípios, que já garantiram a reutilização de mais de cinco mil metros quadrados de banners, transformados em sacolas e outros materiais.
Exemplo – Todas as instituições da administração pública estadual substituíram o tradicional papel branco usado em cartões, recibos, papéis timbrados, publicações, processos e embalagens, por exemplo, pelo produto reciclado. O decreto regulamentando a Lei 15.696, que dispõe sobre a utilização de materiais de expediente confeccionados em papel reciclado, foi sancionado em novembro do ano passado pelo governador Roberto Requião.
 
Fonte: Agência de notícias do Estado do Paraná

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Prefeitura do Rio ainda enfrenta dificuldades para manter cidade limpa

O Rio de Janeiro continua sujo. Mesmo depois do prefeito Eduardo Paes chamar quem joga lixo nas ruas e praias de porco a cidade continua com um volume excessivo de sujeira em áreas públicas. O G1 percorreu trechos da orla da Zona Sul e ruas de bairros da região e encontrou garrafas plásticas jogadas na areia, papel arremessado de carros e prédios e até entulhos espalhados pelas calçadas.
É muito difícil coibir esse hábito acintoso de jogar lixo no chão. É uma questão de educação das pessoas. Estamos utilizando todos os recursos, com campanhas, equipamentos e serviços para atender a população. Mas não é uma tarefa fácil”, afirma a presidente da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), Angela Fonti, ressaltando que o custo da empresa é de R$ 700 milhões. Deste total, R$ 400 milhões são gastos na limpeza de áreas públicas. Ou seja, cerca de 60% em faxina.
“Muitos reclamam que as papeleiras são pequenas, mas elas foram instaladas para que as pessoas joguem coisas de pequena monta, como o papel de bala, copinhos ou embalagem de picolé. O lixo domiciliar deve ser colocado em sacolas para que sejam recolhidas pelos caminhões, que passam, periodicamente, na hora certa”, explica a presidente.
Educação, sem dúvida, conta. Na segunda-feira (11), em plena Praia de Copacabana, na Zona Sul, o pai chamou a atenção da filha de cinco anos, que jogara uma garrafa de água na areia. A pequena, a contragosto, atendeu ao pedido do pai para que jogasse o objeto na lixeira, mas ele recebeu uma resposta malcriada: “Eu não sou gari, não, tá?”
O episódio ocorreu próximo ao local onde o prefeito mandou instalar o chamado lixômetro, para medir a produção de lixo em toda a cidade. Um cartaz informa que “a cada hora, meia tonelada de lixo é abandonada na praia”.
“A gente viaja para outras cidades, para o exterior, e não encontra tanta sujeira como essa do Rio. É um título que o carioca deveria rejeitar, se envergonhar. Jogam lixo nas ruas, deixam o cachorro sujar os espaços públicos. Um horror”, lamenta o arquiteto Julio Brígido, 46 anos, que mora em Ipanema.
Genilson Inácio Rosa, 38, e Julio César Oliveira, 29, também reclamam do lixo jogado de qualquer maneira em áreas públicas. Eles sabem do que falam. Os dois fazem parte de uma cooperativa de catadores e exibem as mãos cheias de cicatrizes provocadas pelos objetos cortantes jogadas nas areais e nas ruas.
“As pessoas deveriam aprender a separar seu lixo. A coleta seletiva é boa para todo mundo. É só ter um pouquinho de paciência e boa vontade”, ensina Genilson.

Números da sujeira do Rio:
- Lixo gerado diariamente: 8.840 toneladas
- Lixo público: 3.254 toneladas/dia
- Lixo domiciliar: 4.287 toneladas/dia
- Geração de lixo per capita: 1 a 1,5 kg/dia. A exceção é o Centro, onde cada indivíduo produz, em média, 3,5 kg/dia

A cidade do Rio é atendida com 122 mil papeleiras, 165 mil contêineres e 500 cestas verdes para recepção de pilhas e baterias.
O quadro da Comlurb é de12.700 garis, sendo que 2.400 garis são responsáveis só por varrer as ruas

Praias
São removidos diariamente de lixo na orla, incluindo os quiosques, em alta temporada, 60 a 70 toneladas. Aos sábados, 100 a 120 toneladas, e domingos, 150 a 180 toneladas.


Fonte: G1