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sábado, 8 de setembro de 2012

Madeira Plástica durável e ambientalmente correta

Você já ouvi falar em madeira plástica? Isso mesmo, madeira feita de plástico é uma excelente opção para ter um material de qualidade, durável e ecológico.
Atualmente a unica desvantagem encontrada é o custo alto do material, fato comum em novas tecnologias ambientais.
A madeira plástica trata-se de um processo de trituração, adição de resina e outros materiais como fibras vegetais, secagem e outros detalhes para formar a madeira plástica..Este material é utilizada para os mais diversos fins, como construção de decks, carrocerias de caminhões, móveis, bancos de praça, entre outros, com a vantagem de não dar cupim ou broca, sem lascas e ser resistente ao tempo. 
A semelhança entre a madeira convencional e a feita de plástico é grande.

Uma árvore é preservada a cada 700kg de madeira plástica retira cerca de 180 mil sacolas plásticas da natureza.

Existem várias empresas nacionais que produzem este material como a Allpex, Ecowood Rio, Madeplast, Ecoblock. Mas o mais interessante é ver que uma Ong de Guaratinguetá que trabalha com dependentes químicos tem como atividade a confecção da madeira plástica e comercialização do material para acarrear fundos para o projeto, maiores informações em http://www.fazenda.org.br
Fica a dica! 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Garrafas de vidro viram arte

A arte de fazer arte não tem limites.
Um artista plástico norte-americano utiliza garrafas de vidro usadas e com uma criativa técnica faz lindas garrafas.

O trabalho do artista Jim Dingilian pode ser visto em galerias nos Estados Unidos. Um exemplo é o Museu de Arte e Design, em Nova York .
Dingilian cria cenas detalhadas dentro de garrafas de vidro recicladas feitas apenas com a fumaça das velas. O artista queima por dentro, e então, cuidadosamente, grava a imagem por fora, revelando figuras de árvores, carros e paisagens industriais dentro dos limites de cada garrafa.
Para criar as cenas, Dingilian recolhe garrafas de bebidas vazias de diferentes formas, tamanhos e cores. 
Para fazer os desenhos, ele utiliza uma vela e deixa a chama queimar o interior da garrafa, que fica revestida com uma camada de fuligem. As cenas são, então, gravadas usando o processo de remoção do preto da fuligem pelo branco que se revela.
As garrafas de Dingilian são como ampulhetas artísticas, que capturam um momento no tempo dentro de seus limites.
O trabalho do artista pode ser visto em galerias nos Estados Unidos. Um exemplo é o Museu de Arte e Design, em Nova York

Bolsas feitas com cintos de segurança....SENSACIONAL



As cidades já não comportam mais a quantidade de carros. São milhões de novas unidades a cada dia. Mesmo com a promoção de rodízios, criação de faixas reversíveis para horários de pico e outros recursos, os grandes centros sofrem com esse excesso. Outro ponto importante é que muitos  carros novos passam a rodar em nossas vias e muitos outros são descartados, indo parar em ferros-velhos, depósitos ou mesmo são largados pelas ruas. Os carros são produtos que viram lixo também e precisam estar na pauta de ações de reaproveitamento e reciclagem.

oi pensando nisso que o casal Dana e Melanie Harvey criou bolsas confeccionadas com cintos de segurança. O objeto possui  material extremamente resistente e maleável. Os modelos são confeccionados usando o cinto como matéria prima-principal, sendo algumas bolsas confeccionadas apenas com o material.

As bolsas chamam a atenção não só pela iniciativa sustentável, mas também por serem objetos realmente bonitos e elegantes. É um modelo mais interessante que o outro.

Outro ponto que chama a atenção é a diversidade de modelos, desmistificando a imagem na cabeça dos que imaginavam que um produto assim seria limitado a poucas cores.

O resultado mostra que é realmente muito dificil estabelecer um limite para a criação de soluções sustentáveis.


Fonte: Daniel Accioly, do Greenvana | Yahoo! Notícias

domingo, 1 de julho de 2012

Botas de sacolinhas plásticas


Sabemos que o planeta está sufocado com nossos excessos, mas existe uma excelente alternativa para um destino final para as sacolinhas plásticas, reaproveitá-las para estilizar botas.
A ideia é da designer chilena Camila Labra que ao observar as pessoas usando sacolas por cimas dos sapatos em dias de chuva. A técnica consiste em fundir as sacolas por meio do calor que gera uma lâmina mais grossa e resistente que conserva as propriedades do polipropileno, que é leve, flexível e impermeável.
Para cada par são utilizadas uma média de oito sacolas plásticas. As botas são revestidas por dentro com tecido acolchoado que impede a transpiração e as tornam mais confortáveis. 
As cores podem variar devido à diversidade de estampas dos sacos plásticos disponíveis no mercado.
As botas são vendidas por aproximadamente US$ 45 através do blog da designer.
Fica a ideia de uma oportunidade de negócio para artesãos que podem colaborar diretamente com o meio ambiente, e se beneficiar economicamente mediante ao marketing verde. Interessante trabalhar com modelos diferentes de botas e apenas dar margem a imaginação, não devendo esquecer de regras básicas de segurança para evitar incidentes.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cabide reciclado vira mídia alternativa na Inglaterra

Uma empresa britânica desenvolveu um cabide utilizando papel reciclado. O resultado é um objeto resistente (capaz de aguentar até 10 kg), sustentável (utiliza apenas matéria-prima reciclada e reciclável) e com a possibilidade de receber impressões, cores e cortes variados.
Com isso, os empresários da HangSavvy passaram a não apenas vender, mas também doar os cabides a lavadoras e universidades para divulgar o produto enquanto ajudam a substituir os objetos de plástico pelos reciclados.

As vantagens, segundo o fabricante, são muitas. A começar pelo material, que reduz a quantidade de lixo e evita o corte de novas árvores – além de diminuir o uso de plástico.
Seu formato mantém o tamanho padrão dos cabides e sua estrutura foi projetada para maximizar a resistência utilizando o mínimo de material necessário. Por ser feito de papel, o cabide pode receber impressões de alta qualidade dos dois lados e funcionar como mídia alternativa para divulgação de marcas e produtos. A empresa conta ainda que utiliza apenas papel certificado com garantia da Systems & Services Certification (SGS) de que não possui produtos químicos nocivos. 
Os cabides já podem ser comprados pela internet e custam US$ 42 (cerca de R$ 108) o pacote com dez unidades. Quem não quiser ou puder comprar, pode se inspirar em ideias como essa e buscar soluções sustentáveis que unam o respeito e a redução dos impactos ambientais, ao mesmo tempo que conquista novas fatias do mercado e estimula a economia.

Fonte: ecodesenvolvimento.org

terça-feira, 13 de março de 2012

Obras de arte com lixo

Reaproveitamento de  materiais é um grande aliado ao meio ambiente, e mesmo antes deste "boom"  sustentável estourar muitas pessoas faziam arte com lixo.
Muitos tipos de obras de arte só existem graças a esses objetos que, em teoria, seriam rapidamente descartados.   Ao contrário do que muita gente pensa, o lixo pode ser reaproveitado, sim, e ainda surpreender qualquer um, como nas obras de arte abaixo. 

Arco de bicicletas
Um incrível arco gigante foi construído na entrada de um estacionamento de bicicletas. E ele se relaciona com o local, já que foi construído com base em partes de bicicletas quebradas. Todas as “magrelas” danificadas foram recolhidas de organizações sem fins lucrativos que armazenam bicicletas para crianças carentes. A ideia foi dos designers Mark Grieve e Ilana Spector, que levaram todas as bikes para reciclagem após desmontarem a estrutura temporária.


Cachorro de brinquedo

Toda criança acaba sempre quebrando algum brinquedo, que vai para o lixo. O escultor britânico Robert Bradford recolhe tudo, estejam as peças  quebradas, velhas ou inutilizadas. Com elas, monta diversos animais incríveis, principalmente cachorros, que são parte de seu projeto chamado “Recycled Toy Sculptures”.

*Com informações do Ciclo Vivo, Green Diary e Infobarrel

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ilumine sua casa com revistas velhas


Com o avanço tecnológico pensava-se que o consumo por livros, revistas e jornais impressos não ocorreria com tanta frequência gracas a modernos livros eletrônicos bem como revistas e jornais, porém toda essa evolução não foi capaz de mudar os hábitos de leitura das pessoas.
Seja pela comodidade das assinaturas de revistas, seja pelo interesse de anotar nos livros e revistas, enfim, seja qual for o motivo, os resíduos gerados pelas revistas, jornais e livros são uma grande preocupação com o meio ambiente, pois alguns materiais não podem ser reciclados.
Uma opção para evitar esse desperdício foi apresentado pela designer de iluminação Allison Patrick, da Zipper 8 no site Greenstyle, onde é possível visualizar o trabalho em luminárias com páginas de revistas reutilizadas.
A ideia das luminárias é sustentável por priorizar materiais imprestáveis, evitando materiais em boas condições que podem ser doados ou realizar outras atividades com eles (vamos falar disso em outro momento).
As luminárias trazem exclusividade e são modernas, além de possibilitar um ambiente agradável com luz suave.
Além de páginas recortadas em círculos, partituras rasgadas e mapas desatualizados também podem virar uma luminária, para ser usada em uma mesa ou ficar suspensa no teto.
O revestimento parte das próprias folhas de revistas reutilizadas, conferindo um ar mais jovem às peças, principalmente quando empregadas páginas de histórias em quadrinhos de sua preferência. Uma dupla inspiração para a leitura.




quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sacolas problema ou solução? Opte pelas retornáveis

Nos dias de hoje é comum, quase unânime que as pessoas achem a vida que temos hoje ser muito melhor que a do passado. Eu, por muito tempo pensava o mesmo, imaginava como seria a vida sem telefone, celular, televisão, computador, internet, carro, avião, enfim, inúmeras descobertas que mudaram a forma de viver, ganhamos tempo, conquistamos o espaço, aumentou nossa expectativa de vida e lidamos melhor com a distância. Porém, a cada dia vejo que estava enganada; primeiro o relacionamento pessoal era mais aberto, receptivo, sincero; as famílias eram mais unidas, o respeito ao próximo mais exigido e o principal para mim: a relação com o meio ambiente era natural e respeitosa com os seus ciclos.
Nossos país e avós antigamente ao ir ao supermercado, feira, mercado traziam os produtos comprados em carrinhos, sacolas de pano, sacos de papel. Esta era a alternativa que havia para as pessoas na época poder carregar suas compras. Com o avanço tecnológico, o incentivo ao consumo e a busca pela “facilidade” entrou no mercado as sacolas plásticas – aquelas que deveriam ser a solução se transformaram em problema.
Só para termos uma idéia do problema que temos, menos de 1% de todas as sacolas plásticas são recicladas no mundo, as demais são jogadas em lixões, aterros sanitários, rios, lagos, oceanos e sabe se mais aonde. Em média o tempo de decomposição destas sacolas é de 100 a 400 anos e elas jogadas no local errado trazem sujeira, poluição e morte. As sacolas são “arrastadas” para inúmeros lugares e em sua maioria vão para os mares e oceanos, existe registro de sacos plásticos em todos os oceanos em todas as partes do mundo. Eles se degradam com o passar do tempo se decompõe em petro-polímeros menores e mais tóxicos, tendo como consequência à contaminação dos solos e vias pluviais, além de fazer parte da cadeia alimentar de varias espécies, chegando a mais de 200 espécies da fauna marinha que morre devido à ingestão desta “iguaria”.
Mas o que podemos fazer para mudar isso? Algumas redes de supermercados em nosso país têm incentivado o não consumo destas sacolas, oferecendo descontos para aqueles clientes que optam em não as utilizar ou a cobrança do uso das sacolinhas. Mas isto não basta, a mudança tem que vir de nós. Levar nossa própria sacola às compras é um hábito saudável, que podemos adotar com uma pequena mudança na nossa rotina. Reduza. Reutilize. Recicle!!
O uso de sacolas plásticas retornáveis evita desperdício de plástico e o descarte de um lixo que leva até 400 anos para se decompor na natureza. Para termos idéia da economia, se usarmos sacolas retornáveis, chegamos a economizar 6 saquinhos plásticos em uma semana, 24 no mês, 288 por ano e a mais de 22 mil no decorrer da vida. Só a China economiza por ano cerca de 37 milhões de barris de petróleo com a proibição do uso das sacolas. Além da China, temos Bangladesh, Canadá, Irlanda, Ruanda, Quênia, Israel, Canadá, Índia, Tanzânia, África do Sul entre outros.
Ao adquirir esta idéia, você está se propondo a reduzir seu impacto no meio ambiente e colaborando com a preservação do planeta. Não pense que sua ajuda é pequena, é na junção de atitudes como esta entre milhares de pessoas que fazemos a diferença.

domingo, 11 de abril de 2010

Reciclagem óleo de cozinha

O óleo de cozinha após ser usado normalmente é jogado em pias, ralos e até mesmo no solo. Quando ele é descartado de forma inadequada temos como conseqüências:
- Entupimento da tubulação das casas;
- Entupimento das galerias de esgoto, causando retorno para as casas, mau cheiro e enchentes;
- Sobrecarrega as estações de esgoto, fazendo necessário o uso de mais produtos e mais energia para limpar a água. Quem paga a conta? Você!
- Polui rios e lagos, podendo causar sua morte!
- Polui o solo, podendo causar sua morte! Proliferação de vetores de doenças como moscas, ratos e baratas.
- Provoca a emissão de metano, um dos principais gases que causam o Aquecimento Global no planeta.
 
Com o óleo de cozinha pós uso podemos encaminhar para a reciclagem, onde ele é utilizado na fabricação de tintas, vernizes, ração animal e biodiesel.

O Vale do Paraíba conta com o Projeto Óleo da Solidariedade um projeto da Ong Instituto Eco-Solidário, onde são coletados e encaminhados para a reciclagem o óleo de cozinha pós uso.
Veja alguns pontos de coleta:
Jacareí: Paróquia Nossa Senhora da Santíssima Trindade - Centro Santuário do Carmo – Centro
São José dos Campos: UNIVAP - Centro - E. Prof. Arlindo Caetano Filho Mercadinho Piratininga  - Centro
PEV Jardim Interlagos
ACM – Jardim Satélite
CECOI – Bosque dos Eucaliptos 

Informação de mais pontos de coleta, acesse o site: http://www.oleodasolidariedade.org.br/

Outra solução para o óleo de cozinha pós consumo, e fazer sabão. Veja abaixo como é simples fazer:
Ingredientes:

4 litros de óleo de cozinha pós uso (peneirado)
500 g de soda cáustica (cuidado ao manipulá-la
1 litro de água
1 copo americano de sabão em pó

Preparo:
Misture tos os ingredientes em um balde
Mexa entre 40 a 60 minutos sem parar

Finalização:
Coloque o produto final em formas retangulares
Após 12 horas cortar
Após 2 dias desenformar