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domingo, 1 de julho de 2012

Descarte de medicamentos


Você sabia que remédios e medicamentos contêm substâncias químicas que contaminam o solo, a água e colocam em risco o meio ambiente? Materiais desse tipo precisam de cuidados especiais e não devem ser descartados em lixos comuns.
Para solucionar essa questão, o Grupo Pão de Açúcar e a Eurofarma lançaram o programa de coleta “Descarte Correto de Medicamentos” e todo material arrecadado é encaminhado para a Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana) que adota os procedimentos necessários para a destinação final.
A partir de 16 de novembro você já pode levar medicamentos vencidos, embalagens primárias de remédios (aquelas que tem contato direto com os medicamentos), cartelas de comprimidos, agulhas, tubos de pomadas e qualquer outro material desse tipo a um dos postos de arrecadação localizados nas farmácias e drogarias do Grupo Pão de Açúcar.
Como descartar corretamente os medicamentos?
  • - Ao descartar, tome o cuidado de manter as embalagens primárias sempre fechadas;
  • - Para eliminar o risco de acidentes com materiais cortantes, guarde-os dentro de   embalagens rígidas como latas de achocolatado, por exemplo;
  • - Caixas de papel e bulas são embalagens que não tem contato direto com os medicamentos   e podem ser descartadas nos coletores seletivos de papel ou nas estações de reciclagem   localizadas no estacionamento das lojas do Grupo Pão de Açúcar.
A urna coletora é dividida em 2 partes:
Materiais cortantes e pontiagudos:
Para o descarte de ampolas, embalagens de vidro, agulhas, seringas e outros materiais cortantes.
Demais materiais:
Para cartelas de comprimido, frascos plásticos, tubos de cremes e pomadas, entre outros.
Onde descartar?
Inicialmente, o projeto será implantado em apenas algumas lojas da rede em São Paulo. A partir de janeiro de 2011 o programa será expandido para todas as Drogarias na cidade de São Paulo.
Confira os endereços:



Colabore!
Fonte: Eurofarma

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mais de 23% dos municípios do Estado de São Paulo jogam seu lixo em local inadequado


No dia 09 de abril passado a CETESB divulgou o Inventário Estadual dos Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo.
Este relatório mostra que dos 645 municípios que compõem o Estado, 153 destes destinam seus resíduos sólidos doméstico de forma inadequada, ou seja, temos 23,7% dos municípios paulistas que não seguem a legislação ambiental, onde é primordial o descarte adequado de todos os resíduos gerados.
Segundo a Cetesb, o número de municípios operando em condições adequadas em 2011 corresponde a percentual 15 vezes maior do que o observado em 1997, ano em que foi divulgado o primeiro relatório estadual.
Ao longo de 2011, foram emitidas 497 advertências e 228 multas. Nove aterros foram interditados. A quantidade de resíduos sólidos dispostos adequadamente passou de 10,9% do total gerado em 1997 para 82,8% em 2011. 
Para ter acesso na integra do Inventário, basta acessar o Portal da CETESB

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Projeto e-lixo Maps mostra postos de coleta mais próximos

Em São Paulo, o projeto E-lixo Maps utiliza a plataforma do Google Maps para ajudar o internauta a encontrar os postos de coleta de eletrônicos mais próximos da sua casa ou trabalho.
Você já sabe que baterias, celulares, carregadores, computadores, televisores e pilhas velhas não devem ser jogados no lixo comum - esse material tem metais que podem contaminar o solo e a água. Mas o que fazer com todo esse lixo eletrônico, apelidado de e-lixo? Em São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Sergio Motta, criou o projeto "e-lixo maps": um site que usa a plataforma do Google Maps para o usuário encontrar lugares que coletam aparelhos obsoletos ou fora de uso e que dão um destino mais ecológico a eles. Dá para checar os postos mais próximos da sua casa ou trabalho, facilitando um bocado a vida. Agora não tem mais desculpa na hora de descartar seu lixo eletrônico.

Fonte: mundoesolucoes.com

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pesquisa de etanol a base de resíduos agroindustriais

A tecnologia do processo de produção do etanol de segunda geração, que utiliza resíduos agroindustriais como matéria-prima, está sendo pesquisada no Brasil e no mundo. O objetivo é aumentar a produção de biocombustível, sem degradar o meio ambiente. O processo será mostrado no estande da Embrapa Agroenergia, na 18ª Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira (Fenasucro), que ocorre entre 30 de agosto e 3 de setembro, em Sertãozinho (SP). Também estará na 33ª Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários (Expointer), a partir de 28 de agosto até 5 de setembro, em Esteio (RS).
Para Silvia Belém, pesquisadora da Embrapa Agroenergia, esse tipo de produção é uma alternativa vantajosa porque pode substituir os combustíveis derivados de petróleo, diminuindo a emissão dos gases de efeito estufa e os impactos ambientais. No Brasil, as usinas já utilizam o bagaço de cana-de-açúcar na co-geração de energia. O excedente desse material pode ser aproveitado na produção de outra forma de energia, o bioetanol.
Quem visitar o estande da Embrapa Agroenergia nas duas feiras poderá conhecer as matérias-primas e o processo de produção etanol de 2ª geração. O passo a passo, demonstrado em vídeo, terá explicações dos técnicos e pesquisadores.

Fonte: EPTV.globo.com

terça-feira, 1 de junho de 2010

Lixo gera riqueza

Ruas alagadas, bueiros entupidos, caos na cidade: cenário comum para os paulistas sempre que fortes chuvas chegam ao Estado. Em dias de sol também é fácil observar lixo nas calçadas, objetos jogados pelas ruas e pessoas que insistem em desrespeitar uma regra muito simples - "lugar de lixo é na lixeira".
A solução para este problema social, no entanto, já é conhecida por todos: conscientização e investimento.
O lixo mal destinado e acumulado no meio ambiente causa a poluição do solo e da água e provoca doenças em inúmeras pessoas em todo o mundo, especialmente em regiões mais carentes. É importante separar o lixo, armazená-lo e dar a ele o destino correto, para evitar prejuízos à natureza e à saúde pública".
O cuidado com o acondicionamento do lixo, com atitudes simples. Se você sabe, por exemplo, que o caminhão não recolhe o lixo no domingo, não adianta deixá-lo na calçada ou então mal acondicionado em uma lixeira. No caso dos condomínios, a preocupação com a capacidade (litragem) de cada coletor é ainda mais evidente, pois esta deve ser calculada de acordo com o número de moradores e média de produção de resíduos de cada um.
Separar o lixo de forma correta também ganha destaque neste contexto. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de 40% do lixo urbano no Brasil pode ser reciclável e menos de 10% das cidades brasileiras possuem coleta seletiva. Reciclar é uma atitude consciente e necessária. Quando destinamos papel, plástico, metal, vidro aos locais adequados, facilitamos o processo de reciclagem e colaboramos para tornar o nosso planeta mais sustentável.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sacolas problema ou solução? Opte pelas retornáveis

Nos dias de hoje é comum, quase unânime que as pessoas achem a vida que temos hoje ser muito melhor que a do passado. Eu, por muito tempo pensava o mesmo, imaginava como seria a vida sem telefone, celular, televisão, computador, internet, carro, avião, enfim, inúmeras descobertas que mudaram a forma de viver, ganhamos tempo, conquistamos o espaço, aumentou nossa expectativa de vida e lidamos melhor com a distância. Porém, a cada dia vejo que estava enganada; primeiro o relacionamento pessoal era mais aberto, receptivo, sincero; as famílias eram mais unidas, o respeito ao próximo mais exigido e o principal para mim: a relação com o meio ambiente era natural e respeitosa com os seus ciclos.
Nossos país e avós antigamente ao ir ao supermercado, feira, mercado traziam os produtos comprados em carrinhos, sacolas de pano, sacos de papel. Esta era a alternativa que havia para as pessoas na época poder carregar suas compras. Com o avanço tecnológico, o incentivo ao consumo e a busca pela “facilidade” entrou no mercado as sacolas plásticas – aquelas que deveriam ser a solução se transformaram em problema.
Só para termos uma idéia do problema que temos, menos de 1% de todas as sacolas plásticas são recicladas no mundo, as demais são jogadas em lixões, aterros sanitários, rios, lagos, oceanos e sabe se mais aonde. Em média o tempo de decomposição destas sacolas é de 100 a 400 anos e elas jogadas no local errado trazem sujeira, poluição e morte. As sacolas são “arrastadas” para inúmeros lugares e em sua maioria vão para os mares e oceanos, existe registro de sacos plásticos em todos os oceanos em todas as partes do mundo. Eles se degradam com o passar do tempo se decompõe em petro-polímeros menores e mais tóxicos, tendo como consequência à contaminação dos solos e vias pluviais, além de fazer parte da cadeia alimentar de varias espécies, chegando a mais de 200 espécies da fauna marinha que morre devido à ingestão desta “iguaria”.
Mas o que podemos fazer para mudar isso? Algumas redes de supermercados em nosso país têm incentivado o não consumo destas sacolas, oferecendo descontos para aqueles clientes que optam em não as utilizar ou a cobrança do uso das sacolinhas. Mas isto não basta, a mudança tem que vir de nós. Levar nossa própria sacola às compras é um hábito saudável, que podemos adotar com uma pequena mudança na nossa rotina. Reduza. Reutilize. Recicle!!
O uso de sacolas plásticas retornáveis evita desperdício de plástico e o descarte de um lixo que leva até 400 anos para se decompor na natureza. Para termos idéia da economia, se usarmos sacolas retornáveis, chegamos a economizar 6 saquinhos plásticos em uma semana, 24 no mês, 288 por ano e a mais de 22 mil no decorrer da vida. Só a China economiza por ano cerca de 37 milhões de barris de petróleo com a proibição do uso das sacolas. Além da China, temos Bangladesh, Canadá, Irlanda, Ruanda, Quênia, Israel, Canadá, Índia, Tanzânia, África do Sul entre outros.
Ao adquirir esta idéia, você está se propondo a reduzir seu impacto no meio ambiente e colaborando com a preservação do planeta. Não pense que sua ajuda é pequena, é na junção de atitudes como esta entre milhares de pessoas que fazemos a diferença.

Aumenta a geração de lixo dos brasileiros

O povo brasileiro se iguala aos europeus na quantidade de lixo gerado. Este aumento possivelmente ocorreu devido a melhora do poder de compra dos brasileiros, e isto faz com que a população do País produza cada vez mais lixo inorgânico, porém a implantação de programas de coleta seletiva e os níveis de reciclagem não crescem na mesma medida.
Os dados fazem parte do estudo Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2009, com dados obtidos pelo jornal Estado de São Paulo. A média de geração de lixo no Brasil hoje é de 1,152 quilo por habitante ao dia, padrão próximo aos dos países da União Europeia (UE), cuja média é de 1,2 kg ao dia por habitante. Nas grandes capitais, esse volume cresce ainda mais: Brasília é a campeã, com 1,698 kg de resíduos coletados por dia, seguida do Rio, com 1,617 kg/dia, e São Paulo, com 1,259 kg/dia. Além disso, o volume de lixo cresceu 7,7% em 2009 - foram 182 mil toneladas/dia produzidas ante 169 mil toneladas/dia no ano anterior.
O estudo, anual, abrange 364 municípios e foi realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), entidade que reúne as empresas de coleta e destinação de resíduos. "Alcançamos um padrão europeu de geração de resíduos e estamos nos aproximando dos americanos (2,8 kg por habitante/dia). Infelizmente, isso está acontecendo sem alcançarmos o mesmo grau de desenvolvimento desses países", afirma Carlos Roberto da Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe.
De acordo com o levantamento, 56,8% desse lixo vai para aterros sanitários, 23,9% vai para aterros controlados (que não possuem tratamento de chorume) e 19,3% termina em lixões. Os aterros das grandes cidades, no entanto, caminham para a saturação.

sábado, 1 de maio de 2010

Coleta Seletiva - E eu com isso?

Humm.... Nada! O Brasil tem 5.562 municípios. Apenas 405 deles garantem ofertar a tal da Coleta Seletiva. Não cobre 8% do país. E pior: é raro o município cuja cobertura chega a 100%. Mas esse não é o ponto mais importante dessa conversa. O fato de você não ter nada a ver com coleta seletiva não é porque ela é ainda incipiente no País. Eu digo pra você que isso nem chega a ser um problema.
O problema é que nós cidadãos devemos ter uma preocupação primeira, chamada S-E-P-A-R-A-Ç-Ã-O Seletiva.
Coleta Seletiva é um problema da Prefeitura da sua cidade. E você votou em alguém para se preocupar com isso no seu lugar. Nas cidades onde existe a Coleta Seletiva – cuja implantação é uma obrigação constitucional do município – os índices de coleta são muito, mas muito baixos. Em 98% dos municípios não chega a 5% do lixo gerado.
Por quê? Elementar, meu caro blogonauta: se nós não falarmos em separação seletiva, quando passaremos a praticá-la? Agora, se você já separa o lixo, parabéns por seus instintos de coletividade, mas, no momento, deixe-os de lado e racionalize comigo: se eu não separar meus resíduos, como o município poderá coletá-lo?
Certa vez, ouvi de uma pessoa: - Eu separava o lixo. Mas aí, antes do caminhão da prefeitura retirá-lo, passava um catador, rasgava todo o saco a procura de coisas de valor ($$$) e largava tudo lá, na rua, na maior sujeira. A outra me disse: - Separar pra quê? Ninguém coleta. E ainda ouvi essa: - Ah! Isso dá um trabalho, eu não tenho tempo!
Não ter tempo é uma boa desculpa para quem ainda acha que não tem relação nenhuma com seus semelhantes e nem com o meio em que vive. Triste... Mas, para a primeira e para a segunda colega, dei o seguinte conselho: - Faça o seguinte: Sua parte é separar. Então separe, armazene e vasculhe a cidade em busca de um lugar em que reaproveitam esse resíduo e passe a levá-lo lá. Converse com suas vizinhas e estabeleça um rodízio para não ter que ir toda semana. Depois, você fala para o Prefeito de sua cidade o que você e suas vizinhas andam fazendo a esse respeito.
É certo que você vai ter um pouco mais de trabalho, até porque, como disse, se separação é problema seu, coleta é problema do Prefeito. Mas, o resultado disso é, no mínimo, interessante: ou Prefeito vai se movimentar para ofertar melhor (ou implantar) a coleta seletiva; ou você, certamente, vai se lembrar dele na próxima eleição!
A gente exerce a cidadania com deveres. E separar os resíduos é, sem dúvida, um deles. Então, pessoal, o que nós temos a ver com coleta seletiva? Nada. E o que temos a ver com Separação Seletiva? Tudo!

sábado, 24 de abril de 2010

Justiça manda prefeitura universalizar coleta seletiva de lixo na cidade de São Paulo

A prefeitura de São Paulo tem o prazo de um ano para universalizar a coleta seletiva de lixo no município, segundo determinação do juiz Luiz Fernando de Barros Vidal, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital. A decisão é resultado de uma ação movida pela Defensoria Pública motivada pelas organizações da sociedade civil.
Entre as entidades está o Instituto Gea, uma organização da sociedade civil de interesse público. Segundo a coordenadora de projetos do instituto, Araci Musolino, o envolvimento do Poder Público é fundamental para a implementação de um programa de reciclagem de lixo na cidade. “ O programa de reciclagem não vai conseguir se universalizar se não fizer parte de uma política pública”, defendeu.
Segundo a prefeitura, a capital paulista coletou, por meio do programa de coleta seletiva, cerca de 103 toneladas por dia em 2009, 7% do resíduos passíveis de reciclagem. A quantidade é considerada pequena por Araci Musolino, que citou a cidade de Londrina (PR), onde são aproveitados 25% dos materiais que podem ser reciclados.
O sucesso do projeto da cidade paraense está, segundo ela, na gestão descentralizada, integrada e em parceria com as cooperativas de catadores. “A questão toda é o modelo que foi implantado. As cooperativas assumem as regiões da cidade. E a prefeitura dá a infraestrutura para fazer a conscientização da comunidade”.
Musolino ressalta que devido as particularidades da capital paulista, não se pode simplesmente copiar um modelo adotado em outro lugar, mas é possível aproveitar as ideias e as diretrizes para construir um programa amplo e específico o município de São Paulo.

Fonte: Daniel Mello/ Agência Brasil

domingo, 11 de abril de 2010

Reciclagem óleo de cozinha

O óleo de cozinha após ser usado normalmente é jogado em pias, ralos e até mesmo no solo. Quando ele é descartado de forma inadequada temos como conseqüências:
- Entupimento da tubulação das casas;
- Entupimento das galerias de esgoto, causando retorno para as casas, mau cheiro e enchentes;
- Sobrecarrega as estações de esgoto, fazendo necessário o uso de mais produtos e mais energia para limpar a água. Quem paga a conta? Você!
- Polui rios e lagos, podendo causar sua morte!
- Polui o solo, podendo causar sua morte! Proliferação de vetores de doenças como moscas, ratos e baratas.
- Provoca a emissão de metano, um dos principais gases que causam o Aquecimento Global no planeta.
 
Com o óleo de cozinha pós uso podemos encaminhar para a reciclagem, onde ele é utilizado na fabricação de tintas, vernizes, ração animal e biodiesel.

O Vale do Paraíba conta com o Projeto Óleo da Solidariedade um projeto da Ong Instituto Eco-Solidário, onde são coletados e encaminhados para a reciclagem o óleo de cozinha pós uso.
Veja alguns pontos de coleta:
Jacareí: Paróquia Nossa Senhora da Santíssima Trindade - Centro Santuário do Carmo – Centro
São José dos Campos: UNIVAP - Centro - E. Prof. Arlindo Caetano Filho Mercadinho Piratininga  - Centro
PEV Jardim Interlagos
ACM – Jardim Satélite
CECOI – Bosque dos Eucaliptos 

Informação de mais pontos de coleta, acesse o site: http://www.oleodasolidariedade.org.br/

Outra solução para o óleo de cozinha pós consumo, e fazer sabão. Veja abaixo como é simples fazer:
Ingredientes:

4 litros de óleo de cozinha pós uso (peneirado)
500 g de soda cáustica (cuidado ao manipulá-la
1 litro de água
1 copo americano de sabão em pó

Preparo:
Misture tos os ingredientes em um balde
Mexa entre 40 a 60 minutos sem parar

Finalização:
Coloque o produto final em formas retangulares
Após 12 horas cortar
Após 2 dias desenformar



sábado, 10 de abril de 2010

Nova camisa da seleção brasileira é colada e feita de material reciclado


O novo material e a nova técnica de costura proporcionarão uma redução de 15% no peso total da camisa da seleção brasileira em relação à versão anterior.
A CBF apresentou hoje em Londres, onde a Seleção Brasileira enfrenta a Irlanda na próxima terça-feira, a nova camisa amarela com a qual o Brasil vai disputar a Copa do Mundo na África do Sul.
A grande novidade do lançamento é que a camisa é feita com plástico reciclado de garrafas PET. Cada camisa utiliza material equivalente a oito garrafas descartadas.
Além disso, nas costuras da nova camisa da seleção, a fabricante usou cola no lugar da linha que normalmente é utilizada.
Técnica semelhante vem sendo usada nos macacões dos pilotos de Fórmula 1 para redução do peso total do conjunto formado por carro e piloto que é controlado pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
O novo material e a nova técnica de costura proporcionarão uma redução de 15% no peso total da camisa da seleção brasileira em relação à versão anterior.
Outra novidade são orifícios feitos a laser na parte lateral da camisa para proporcionar maior refrigeração aos atletas.
Andrada diz que, para a tradicional camisa amarela, "a CBF fez questão de manter o design clássico com um visual simples, sem muitos detalhes para não descaracterizar a camisa consagrada mundialmente".
A camisa tem gola careca verde de onde saem duas listras verdes por cima dos ombros.
Na frente, permanecem as cinco estrelas acima do escudo, simbolizando as cinco Copas do Mundo conquistadas pela Seleção, o logo da fabricante e o número de cada jogador.
 
Fonte: BBC

terça-feira, 6 de abril de 2010

PNUD amplia centros de reciclagem no país

O setor de projetos do Protocolo de Montreal, impulsionado pelo PNUD, vai instalar no Brasil mais 114 unidades de reciclagem de gases prejudiciais à camada de ozônio, ou com potencial de aquecimento global, em empresas que fabricam geladeiras e equipamentos de ar condicionado que utilizam gases nocivos como o CFC e o HCFC em seu funcionamento.
O assessor técnico do Protocolo de Montreal no PNUD, Anderson Moreira do Vale Alves, explica que as unidades de reciclagem são centros de regeneração que recebem os gases contaminados e os tratam para que eles possam voltar ao mercado. Elas são capazes de reciclar o CFC-12 (nocivo à camada de ozônio e usado em refrigeradores domésticos e comerciais de pequeno porte), e os gases estufa HCFC-22 (usado em aparelhos de ar condicionado) e HFC-134a (usado em refrigeradores domésticos).
“Esse equipamento permite a filtragem do fluído, separando o material nocivo e purificando o gás, que volta a ser limpo. Isso possibilita seu uso com segurança e o mesmo desempenho. Os gases reciclados continuam com potencial de destruição do ozônio ou de aquecimento global, mas terão um círculo de vida maior em uma estratégia de contenção, para evitar que os gases sejam liberados na atmosfera”, explica Alves.
O foco dos centros de regeneração de gases são os equipamentos de refrigeração mais antigos, que contém CFC. Mas Alves explica que, mesmo os mais modernos, contêm gases nocivos ao meio ambiente, como o estufa HCFC. Por isso, as unidades foram pensadas para ter uma vida útil de 40 anos, e reciclam outros gases além do CFC.
“Todos os gases de refrigeração hoje são estufa ou agridem a camada de ozônio. Só os equipamentos com hidrocarbonetos são inofensivos, mas aparelhos assim ainda são poucos. Reciclar os gases sai mais barato que comprar um gás novo. Queremos dar viabilidade econômica ao processo de eliminação do consumo de gases nocivos”, acrescenta.
Distribuição – As 114 novas unidades de reciclagem serão distribuídas em 96 municípios de cinco estados, de acordo com o consumo de gás em cada cidade – regiões industriais, por exemplo, têm uma maior demanda por reciclagem – e a distância que possuem dos centros de regeneração já existentes.
Alves diz que um dos critérios é estar a mais de 70 quilômetros de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Fortaleza ou Joinville, cidades que já contêm os equipamentos.
Ainda de acordo com o assessor técnico, a demanda por reciclagem vem crescendo. “Antes não havia conhecimento sobre reciclagem ou a necessidade de reciclar, pois não eram conhecidos os efeitos nocivos desses gases. Mas depois que houve identificação dos danos causados ao meio ambiente e a Resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 267, de 2000, que determinou que todo gás deve ser recolhido e tratado durante a utilização, surgiu essa necessidade.”
As empresas do setor de refrigeração que se interessarem em receber e operar uma unidade de reciclagem têm até 5 de abril para manifestar interesse, enviando sua candidatura à Unidade de Projetos do Protocolo de Montreal. Todas as postulantes deverão atender aos critérios de elegibilidade estabelecidos pela Portaria nº 462 do Ministério do Meio Ambiente, de 23 de dezembro de 2009.
Alves acrescenta que os equipamentos serão direcionados por ordem de chegada, conforme as empresas forem se candidatando. Essa é a última etapa na expansão da reciclagem de gases, e não serão distribuídos novos equipamentos. No site do Protocolo de Montreal está disponível a relação completa de cidades que receberão unidades de reciclagem, a quantidade de máquinas e empresas por município e também os critérios de candidatura para as companhias.

Fonte: Bruna Buzzo/ PrimaPagina/PNUD



1,5 bilhão de sacolas plástica a menos no meio ambiente no Brasil neste ano, diz Minc

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc em evento na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro para distribuição de materiais de divulgação da campanha nacional “Saco é um Saco” que visa diminuir o uso de sacolas plásticas em supermercados estimou que devido a campanha de incentivo ao uso de sacolas ecológicas – reutilizáveis – a redução de seu consumo no ano de 2010 pode chegar a 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas.
Aos poucos o Brasil vem aumentando ações e incentivos para a redução de consumo das sacolas plásticas que são descartadas gerando inúmeros problemas ao meio ambiente. No ano passado, conseguimos reduzir 600 milhões de sacos plásticos, que seriam lançados no meio ambiente.
O uso abusivo das sacolinhas plásticas, que acabam indo para no lixo, ajudando a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Além de fazer parte da cadeia alimentar de animais, ocasionando em inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.
A luta contra as sacolas plásticas vem tomando força ano a ano graças ao engajamento das grandes redes de supermercados, e da população na conscientização boa a boca. A rede de supermercados Walmart há cerca de 1 ano incentiva o uso das sacolas retornáveis em crédito aos seus clientes, ou seja, quando o cliente deixa de utilizar as sacolas plásticas, fornece desconto no valor final das compras. De acordo com o diretor de Relações Institucionais do Walmart, Carlos Ely, a empresa já concedeu mais de R$ 460 mil em descontos aos clientes que aderiram a idéia do consumo consciente.
Ações como estas mostram que é possível chegarmos a redução na geração de lixo, mas vale ressaltar, que para termos resultados cada vez mais positivos, cabe a população, governo e empresas entrarem num consenso, e caso não haja colaboração as sociedade e empresas, cabe ao governo impor regras e condições para o consumo consciente. Pois é possível, haver crescimento econômico havendo respeito aos recursos naturais e ao meio ambiente.

terça-feira, 23 de março de 2010

Índices da Reciclagem

Capitais em que há catadores nos lixões: 37,4%

Cidades com mais de 50 mil habitantes: 68,18%

Cidades com menos de 50 mil habitantes: 31,67%

Nas ruas

Capitais em que há catadores nas ruas: 66,67%

Cidades com mais de 50 mil habitantes: 63,64%

Cidades com menos de 50 mil habitantes: 31,67%

Lixões

Capitais com lixões: 25,93%

Cidades com mais de 50 mil habitantes (excluídas as capitais): 72,73%

Cidades com menos de 50 mil habitantes: 66,67%

Fonte: UNICEF

domingo, 21 de março de 2010

Bitucas de cigarro podem ser recicladas, alerta campanha lançada em Curitiba (PR)

Uma campanha lançada em Curitiba, no Paraná, está chamando a atenção para a necessidade de um plano de gerenciamento de resíduos produzidos pelos consumidores de cigarros. Em outubro de 2009, oito empresas foram notificadas pelo Ministério Público do Paraná.
Com o título "Bituca no chão, apague esta ideia", uma das empresas notificadas está promovendo ações de educação ambiental com foco em seus consumidores. Os fumantes estão sendo alertados sobre os problemas decorrentes do descarte do resíduo em local inapropriado.
Somente em Curitiba são produzidas dezenas de toneladas de rejeitos de cigarros todos os anos. Este material, quando separado, pode ser transformado em papel e tecido, deixando de sobrecarregar os aterros sanitários.
"Trata-se de resíduo contaminado e, como tal, os fabricantes têm responsabilidade sobre sua correta destinação. As empresas estão apresentando os planos de gerenciamento, que serão analisados pelo Ministério Público, e haverá acompanhamento para saber da sua efetiva implementação", explicou o coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente, Saint-Clair Honorato Santos.

Fonte: Ambiente Brasil

Coleta de lixo em São Luís/MA está interrompida há mais de uma semana


1 kg de lixo incomoda muita gente, toneladas de lixo incomodam muito mais. Este é o lema que os moradores de São Luís no Maranhão têm passado há mais de uma semana, tudo isso, porque a coleta de lixo na cidade foi interrompida e são toneladas de sujeiras se acumulando nas ruas.

Todo o problema teve inicio numa briga entre a prefeitura e uma empresa contratada, que interrompeu a coleta do lixo em 140 bairros. Os responsáveis pela empresa de coleta alegaram que não estavam recebendo pelo serviço e dizem que só irão retomar a coleta depois que o município pagar o que deve. "Essa dívida hoje gira em torno, aproximadamente, de R$ 12 milhões, sem contar com a multa da rescisão contratual com a prefeitura", afirma o advogado Manoel Felinto. Já a prefeitura por sua vez suspendeu o contrato com a empresa. "O contrato foi rompido porque estava sendo maculado o interesse público. A empresa não estava atendendo aos requisitos do contrato, portanto, a administração pública tinha o direito de agir", diz o procurador do município Francisco Coelho Filho.

Enquanto existe a discussão das partes envolvidas a sujeira toma conta das ruas históricas, das praias. Está na porta das igrejas e nas praças da capital maranhense. E é a população que sofre com o descaso.

Em média a cada dia, mais de 1,2 mil toneladas de lixo ficam acumuladas pelas ruas de São Luís. E a população arruma alternativas para lidar com o problema sendo obrigada a recorrer aos carroceiros que fazem o serviço que é da prefeitura.

Somente havendo paralisação deste serviço extremamente importante a sociedade, para que ela se dê conta do quão importante é o cuidado com o lixo. Se a população em sua maioria tivesse o hábito de reciclar estes números seriam menores, e teriam possibilidade de localizar empresas, coorporativas e agentes ambientais que se interessassem pela retirada de seu lixo.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Setor químico defende o uso das sacolas plásticas, já o governo e supermercados desestimulam o uso

Demorou, mas as grandes redes de supermercados estão tendo atitudes decisivas no uso das sacolas plásticas no Brasil.
A rede de supermercados Walmart lançou nesta sexta-feira (12) um programa de caixas preferenciais e descontos simbólicos ao consumidor que utilize sacolas retornáveis. Para cada sacola plástica que o cliente deixar de usar ou cinco itens adquiridos (quantidade média de produtos embalados em uma sacola, segundo estudo do Instituto Akatu), será dado R$ 0,03 de desconto (valor este que corresponde ao custo unitário de cada sacola). Sendo assim, numa compra de 200 itens, o cliente ganhará R$ 1,20. O projeto é ainda piloto, tendo apenas três lojas na campanha, mas a previsão é de atingir todas as 436 unidades da rede em dois meses.
Outra empresa que aderiu a idéia do NÃO as sacolas plásticas em evento com o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, nesta segunda-feira (15) foi à rede de supermercados Carrefour que prometeu oficialmente que interromperia em quatro anos o uso de sacolas plásticas.
Estas iniciativas têm gerado discussão com o setor químico, que discorda das ações. O engenheiro químico Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da Plastvida Instituto Socioambiental dos Plásticos - entidade que representa institucionalmente o setor - afirmou que o uso das sacolas plásticas não pode ser proibido. "Não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas, que são reutilizáveis e 100% recicláveis". Ele afirmou, ainda assim, ser a favor das sacolas retornáveis e das sacolas biodegradáveis, mas que a opção deve ser sempre do consumidor, até porque muitos as utilizam como saco de lixo. Além disso, defende que o produto seja utilizado de forma consciente e que sejam seguidas as normas técnicas ABNT para sacolas de qualidade, para evitar o desperdício.
Eu, como gestora ambiental e ambientalista, discordo dos argumentos levantados pelo Engenheiro Químico sobre não haver alternativas consistentes, alternativas já existem, até por que antes não haviam sacolas plásticas e a sociedade vivia sem maiores problemas. E por que não dizer nos dias de hoje, as sacolas ecológicas ou ecobags que a cada dia são mais modernas e resistentes. Afinal, ela pode ser reutilizada infinita vezes.
Outra alternativa seriam as caixas de papelão que chegam os produtos, alguns supermercados já adotam essa prática, até por que o tempo de decomposição deste material na natureza é incomparável em relação ao plástico.

Carlos Minc anunciou que desde o início da campanha Saco é um Saco, em 5 de junho de 2009, Dia Mundial do Meio Ambiente, o brasileiro deixou de utilizar de 600 milhões a 800 milhões de sacolas plásticas. O Brasil utiliza cerca de 12 bilhões de sacolas plásticas tradicionais por ano, segundo estimativa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Soluções estão aparecendo para combater o problema das sacolas plásticas no mundo, basta que cada cidadão faça a sua parte. Assim, 200 diferentes espécies marinhas, incluindo baleias, golfinho e tartarugas poderão tirar de seu cardápio as maléficas sacolas plásticas.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Política de resíduos sólidos reduziu volume de lixo em aterros sanitários do Paraná

Reduzir em 30% as 20 mil toneladas de lixo geradas diariamente no Paraná tem sido a principal meta da política de resíduos sólidos implantada pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) e suas autarquias – Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e Instituto Paranaense das Águas/ Suderhsa.
Por meio do Programa Desperdício Zero, todos os grandes geradores e fabricantes de resíduos (como pilhas, baterias, pneus, vidros, entre outros) foram reunidos em fóruns setoriais e passaram a discutir formas de reciclagem, reaproveitamento e recolhimento dos produtos que disponibilizam no mercado.
“Algumas iniciativas encampadas pelo Paraná para reduzir o volume de lixo destinado aos aterros sanitários, aumentando sua vida útil, são pioneiras no Brasil”, declara o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues.
O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a polemizar a discussão sobre os danos da sacola plástica e estimular o uso de sacolas retornáveis nas principais redes de supermercados. O Governo do Paraná também é o único que promove a coleta e a reciclagem do óleo de cozinha - garantindo o recolhimento de 10 mil litros de óleo mensalmente, em mais de mil pontos de recolhimento.
E como grande produtor agrícola, o Paraná trabalhou para alcançar a primeira colocação nacional, proporcionalmente, em número de embalagens de agrotóxicos recolhidas, sendo que há sete anos encontrava-se na 9ª posição. “Hoje, somos o estado pioneiro em recolhimento de embalagens de agrotóxicos, e os agricultores as entregam somente após a tríplice lavagem do produto, evitando qualquer tipo de contaminação”, explica o presidente da Suderhsa, João Samek. A Suderhsa é responsável pela campanha e também pela orientação técnica em projetos para construção de aterros sanitários, por meio da diretoria de saneamento ambiental.
Mais ações – O Programa Desperdício Zero conta hoje com mais de uma centena de instituições parceiras que constituem os Fóruns Setoriais dos fabricantes de pneus, lâmpadas, pilhas, baterias, vidro, embalagens de agrotóxicos, entre outros. Os fóruns estabelecem propostas e ações para os diferentes resíduos gerados nos municípios paranaenses. “Por meio dos fóruns colocamos frente a frente os grandes geradores e os recicladores. Ou seja, muitas vezes o que é lixo para um, pode ser resíduo para outro”, diz o secretário Rasca Rodrigues.
Uma das instituições parceiras é o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo e Lojas de Conveniência do Paraná (Sindicombustíveis-PR) que, juntamente com a Sema e o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), lançou o Programa Jogue Limpo para recolhimento de embalagens de óleo lubrificante. O programa coleta mensalmente quase 11 toneladas de embalagens em mais de 156 municípios paranaenses, nas regiões Norte, Oeste e Curitiba e RMC.
A meta é abranger todo o Estado, de acordo com o presidente do Sindicombustíveis-PR, Roberto Fregonese. “Assim, no Paraná as embalagens deixarão de ser um fator de risco para o meio ambiente e passarão a ser material para confecção de diversos produtos. Com esta cadeia produtiva sustentável estamos fazendo a nossa parte”, enfatizou.
O Programa Desperdício Zero também é responsável pelo Programa ‘Recicla ação’, desenvolvido em parceria com a empresa Tetra Pak; pelo Manual da Cozinha Alternativa para o reaproveitamento de alimentos; pelo lançamento da primeira campanha de recolhimento de vidro - em parceria com a Associação Brasileira de Vidros (ABIVIDRO); e também pelo monitoramento e destinação das garrafas “long neck”.
O Programa promoveu mais de 700 oficinas, formando multiplicadores para a montagem do aquecedor solar feito de garrafas pet e caixas de leite longa vida. O aquecedor ecológico resulta em economia de energia e ainda retira resíduos do meio ambiente.
Laerty Dudas, coordenador do Programa Desperdício Zero, considera que grande parte do problema da degradação ambiental é ocasionada pelo tratamento e disposição inadequados de resíduos.
Para ele, o avanço da indústria pós-consumo pode auxiliar na resolução de alguns passivos ambientais, como as embalagens tipo longa-vida. “O que a gente tem de entender é que a indústria pós-consumo depende da indústria de vibra virgem, pois uma alimenta a outra. Agora, a pós-consumo pode ajudar a resolver alguns passivos ambientais, como as embalagens de longa-vida, que estão entre os piores resíduos não reciclados”, avaliou o coordenador.
Ao todo, mais de 200 mil pessoas já foram capacitadas pelo programa Desperdício Zero para atuarem como agentes multiplicadores no processo de implantação da coleta seletiva municipal. O programa produziu diferentes publicações direcionadas aos municípios e empresas – entre elas a ‘Versão Verde’, material de 532 páginas, contendo informações sobre os diferentes tipos de resíduos, riscos à saúde, forma de coleta, processo e produtos resultantes da reciclagem.
Outra importante ação da Secretaria do Meio Ambiente é das oficinas de reciclagem de banners, transformados em bolsas e outros acessórios. A Secretaria recebe doações e oferece as oficinas nos municípios, que já garantiram a reutilização de mais de cinco mil metros quadrados de banners, transformados em sacolas e outros materiais.
Exemplo – Todas as instituições da administração pública estadual substituíram o tradicional papel branco usado em cartões, recibos, papéis timbrados, publicações, processos e embalagens, por exemplo, pelo produto reciclado. O decreto regulamentando a Lei 15.696, que dispõe sobre a utilização de materiais de expediente confeccionados em papel reciclado, foi sancionado em novembro do ano passado pelo governador Roberto Requião.
 
Fonte: Agência de notícias do Estado do Paraná

quarta-feira, 10 de março de 2010

CAMPOS DO JORDÃO – ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LIXO?

No dia 26 de junho de 1984 o município de Campos do Jordão, foi declarado como Área de Proteção Ambiental (APA) conforme Lei nº 4.105. A APA de Campos do Jordão está localizada na Serra da Mantiqueira - uma área extremamente rica devido a sua grande biodiversidade – fazendo parte de um conjunto de áreas protegidas pelo Estado e pelo Governo Federal para garantir a proteção de importantes ecossistemas da Mata Atlântica e os recursos hídricos.
A APA de Campos do Jordão trata-se de uma região caracterizada por uma vasta cobertura vegetal de transição entre a Mata de Araucárias e a Mata Atlântica. A primeira é um tipo de vegetação que é encontrado na Região Sul e nos pontos de relevo mais elevado na Região Sudeste, esta vegetação se desenvolve em regiões que apresentam invernos rigorosos e verões quentes com índices pluviométricos relativamente elevados e bem distribuídos durante todo o ano. Essa cobertura vegetal foi muito abundante no passado, atualmente no Brasil restaram pouquíssimas áreas preservadas e o município de Campos do Jordão é uma área privilegiada por possuir muitos hectares desta vegetação. Já o segundo tipo de mata é considerado o bioma mais devastado, chegando hoje a apenas 7% de sua área original, este tipo de vegetação já chegou a ocupar 15% de todo o território nacional. Apesar da intensa devastação, ainda abriga uma grande quantidade de espécies da fauna e da flora possuindo mais de 6 mil exemplares de plantas endêmicas, 160 espécies de mamíferos e 253 de anfíbios identificados e catalogados. Muitos dos animais ameaçados de extinção no país pertencem a esse ecossistema que vem sofrendo exploração desde a época colonial.
Campos do Jordão por ter um clima diferenciado, e por possuir o título de “Jardim do Brasil” precisa também ser referência na questão do LIXO. Em média cada pessoa descarta de 1 a 2 Kg de lixo por dia, e um número muito pequeno destes resíduos é reciclado. Mas antes de pensarmos em reciclar é interessante entendermos e fazermos o exercício dos 3 R´s: Reduzir e repensar – se o produto que estamos adquirindo ou se o excesso de embalagens são realmente necessários?; Reutilizar – antes de encaminharmos os resíduos para a coleta seletiva, e consequentemente ser reciclado, podemos aumentar a vida útil daqueles resíduos para outras finalidades, exemplo construção de cadeiras com pneus, revistas em enfeites, garrafas pets em brinquedos, entre tantos outros, e finalmente, Reciclar – utilizar o resíduo como matéria-prima, incorporando ou não no processo produtivo. Quando fazemos isso trazemos muitos benefícios não somente a natureza, mas para a sociedade e economia. Além de que, quando encaminhamos nosso lixo para o local adequado evitamos contaminar a fonte mais importante para nossa sobrevivência: a ÁGUA, recurso tão rico em Campos do Jordão e que infelizmente não é respeitado. Parece até uma controvérsia uma APA esquecer de coisas tão importantes. Para Campos do Jordão e toda a Serra da Mantiqueira continuar a ser um lugar tão privilegiado e uma APA precisamos pensar na natureza como um todo, e cuidar de uma parte de você, seu lixo. Pense seu lixo é mais limpo que o meu, então cuide dele!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Prefeitura do Rio ainda enfrenta dificuldades para manter cidade limpa

O Rio de Janeiro continua sujo. Mesmo depois do prefeito Eduardo Paes chamar quem joga lixo nas ruas e praias de porco a cidade continua com um volume excessivo de sujeira em áreas públicas. O G1 percorreu trechos da orla da Zona Sul e ruas de bairros da região e encontrou garrafas plásticas jogadas na areia, papel arremessado de carros e prédios e até entulhos espalhados pelas calçadas.
É muito difícil coibir esse hábito acintoso de jogar lixo no chão. É uma questão de educação das pessoas. Estamos utilizando todos os recursos, com campanhas, equipamentos e serviços para atender a população. Mas não é uma tarefa fácil”, afirma a presidente da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana), Angela Fonti, ressaltando que o custo da empresa é de R$ 700 milhões. Deste total, R$ 400 milhões são gastos na limpeza de áreas públicas. Ou seja, cerca de 60% em faxina.
“Muitos reclamam que as papeleiras são pequenas, mas elas foram instaladas para que as pessoas joguem coisas de pequena monta, como o papel de bala, copinhos ou embalagem de picolé. O lixo domiciliar deve ser colocado em sacolas para que sejam recolhidas pelos caminhões, que passam, periodicamente, na hora certa”, explica a presidente.
Educação, sem dúvida, conta. Na segunda-feira (11), em plena Praia de Copacabana, na Zona Sul, o pai chamou a atenção da filha de cinco anos, que jogara uma garrafa de água na areia. A pequena, a contragosto, atendeu ao pedido do pai para que jogasse o objeto na lixeira, mas ele recebeu uma resposta malcriada: “Eu não sou gari, não, tá?”
O episódio ocorreu próximo ao local onde o prefeito mandou instalar o chamado lixômetro, para medir a produção de lixo em toda a cidade. Um cartaz informa que “a cada hora, meia tonelada de lixo é abandonada na praia”.
“A gente viaja para outras cidades, para o exterior, e não encontra tanta sujeira como essa do Rio. É um título que o carioca deveria rejeitar, se envergonhar. Jogam lixo nas ruas, deixam o cachorro sujar os espaços públicos. Um horror”, lamenta o arquiteto Julio Brígido, 46 anos, que mora em Ipanema.
Genilson Inácio Rosa, 38, e Julio César Oliveira, 29, também reclamam do lixo jogado de qualquer maneira em áreas públicas. Eles sabem do que falam. Os dois fazem parte de uma cooperativa de catadores e exibem as mãos cheias de cicatrizes provocadas pelos objetos cortantes jogadas nas areais e nas ruas.
“As pessoas deveriam aprender a separar seu lixo. A coleta seletiva é boa para todo mundo. É só ter um pouquinho de paciência e boa vontade”, ensina Genilson.

Números da sujeira do Rio:
- Lixo gerado diariamente: 8.840 toneladas
- Lixo público: 3.254 toneladas/dia
- Lixo domiciliar: 4.287 toneladas/dia
- Geração de lixo per capita: 1 a 1,5 kg/dia. A exceção é o Centro, onde cada indivíduo produz, em média, 3,5 kg/dia

A cidade do Rio é atendida com 122 mil papeleiras, 165 mil contêineres e 500 cestas verdes para recepção de pilhas e baterias.
O quadro da Comlurb é de12.700 garis, sendo que 2.400 garis são responsáveis só por varrer as ruas

Praias
São removidos diariamente de lixo na orla, incluindo os quiosques, em alta temporada, 60 a 70 toneladas. Aos sábados, 100 a 120 toneladas, e domingos, 150 a 180 toneladas.


Fonte: G1